TALVEZ, POR UM DIREITO À ESCRITA FEMININA

Autores

Resumo

É possível pensar (a/uma/com a) “escrita feminina” (no/e o) Direito? Ou, é possível falarmos em um direito à escrita feminina? Buscando mais que respostas, mas sim formular perguntas, neste texto nos propomos a ler o entre: este gesto que reside entre Direito e Literatura; ler o acontecimento na experiência do espaçamento, nas entrelinhas de um talvez. Para tanto, o texto é tecido com recortes de “Água viva”, de Clarice Lispector, como pontos-epígrafes de reflexão em meio – ou entre – aos subtítulos. Como perspectiva teórico-(contra)metodológica, nos valemos das legências em desconstrução, como proposta do Grupo de Pesquisa Direito e Literatura: um olhar para as questões humanas e sociais a partir da Literatura – LEGENTES (CNPq/PUC Minas), no sentido de se caminhar a um Direito Literário. Um Direito este em que a experiência de leitura – e legência – é um dos caminhos possíveis para leituras outras da História do Direito e dos direitos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Luísa Consentino de Araújo, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutoranda em Estudos Literários, e Mestre em Direito e Justiça pela Universidade Federal de Minas Gerais. Graduada em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba. Membro do Grupo de Pesquisa Direito e Literatura: um olhar para as questões humanas e sociais a partir da Literatura – LEGENTES (PUC Minas/CNPq). Membro da Rede Brasileira de Direito e Literatura.

Downloads

Publicado

2025-09-28

Edição

Seção

GT 2 Direito, linguagem e narrativa